domingo, 2 de junho de 2013

Asas

Asas, tragam-me asas sem qualquer ave
Peço
E repito, tão triste e fortemente
Que em minhas costas
Um par delas se ergue.

Asas crescem de mim
E eu ainda não voei.

Iolanda Oliveira

1 comentário:

Flávia disse...

Antes de mais , agradeço imenso o teu comentário . e este teu poema . . .tão desejoso, tão fervoroso . . magnifico